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LIFE ÁGUA DA PRATA – AVANÇA ABERTURA DE PROCEDIMENTO CONCURSAL QUE PERMITIRÁ POUPAR 140.000 M3/ANO DE ÁGUA

“No âmbito do projeto LIFE Água da Prata (LIFE17 CCA/PT/000076) a Câmara Municipal de Évora irá abrir procedimento concursal para adjudicação de empreitada de reparação das nascentes e condutas do Aqueduto da Água da Prata, reequipamento das estações de bombagem e poços da Graça do Divor, construção de um reservatório de água em S. Bento e construção de rede de distribuição de água.

Estes trabalhos permitirão captar, armazenar e distribuir a água proveniente das “nascentes do Divor” e a sua utilização na rega de 20,3 ha de espaços verdes urbanos, o que equivale a cerca de metade das áreas verdes da cidade e corresponde à poupança de 140.000 m3/ano de água.

Esta ação, para além das evidentes vantagens do ponto de vista ambiental e financeiro, representa um importante contributo para “descarbonização” da cidade, uma vez que o fornecimento de água se fará de forma gravítica, reduzindo-se também o consumo de energia e as correspondentes emissões de CO2 em cerca de 2,16 toneladas/ano.

Num quadro mais amplo, esta e outras ações que se seguirão concorrem para a prossecução dos objetivos prioritários e áreas de atuação definidas na EMAAC de Évora (http://www.cm-evora.pt/pt/site-viver/Habitar/ambiente/Paginas/Projeto-ClimAdaPT-Local.aspx).” (Évora Notícias, 26 julho 2019)

Évora vai reutilizar água do aqueduto da Água da Prata para regar espaços verdes

“A Câmara Municipal de Évora anunciou que está a implementar um projeto com o objetivo de reutilizar a água das nascentes do Aqueduto da Água de Prata para a rega de alguns espaços verdes da cidade, nomeadamente os jardins da zona oeste, desde o Bairro da Cartuxa até ao Bairro de N.a Sr.a do Carmo. O projeto chama-se “LIFE – Água da Prata” e tem um orçamento global de 1.354.352€, sendo cofinanciado em 60% pela Comissão Europeia, através do porgrama LIFE, com uma duração de quatro anos e meio.

Ao longo deste período, a câmara vai adaptar o aqueduto com a construção de uma rede de distribuição de água capaz de regar 50% das áreas verdes urbanas por gravidade. Assim, o município prevê que possa poupar cerca de 120.000m3 de água tratada e ao mesmo tempo reduzir o consumo de energia.” (Diário Campário, 20 novembro 2018)